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A Ruiva By Fialho de Almeida,

  • Title: A Ruiva
  • Author: Fialho de Almeida
  • ISBN: 9723709635
  • Page: 122
  • Format: Paperback
  • Fialho de Almeida 1857 1911 pertence quela fam lia de m dicos que se tornam escritores porque v em na literatura uma forma de medicina e na palavra um cido corrosivo mas terap utico Fialho tomou a sociedade humana como um corpo cuja anatomia s podia ser conhecida depois de friamente dissecada a bisturi O primeiro cad ver que ele cortou com os instrumentos cir rgicosFialho de Almeida 1857 1911 pertence quela fam lia de m dicos que se tornam escritores porque v em na literatura uma forma de medicina e na palavra um cido corrosivo mas terap utico Fialho tomou a sociedade humana como um corpo cuja anatomia s podia ser conhecida depois de friamente dissecada a bisturi O primeiro cad ver que ele cortou com os instrumentos cir rgicos da literatura foi o da Ruiva, essa complei o de est tua num corpo de oper ria lisboeta, em 1878 Tinha vinte anos e o resultado uma nova histologia social Louis Ferdinand C line, m dico como ele, escrever depois o brevi rio da profiss o destes novos higienistas saturar o negro do negro, saciar o veneno de veneno, porque as epidemias s desaparecem quando os micr bios se enjoam das suas toxinas.
    A Ruiva Fialho de Almeida pertence quela fam lia de m dicos que se tornam escritores porque v em na literatura uma forma de medicina e na palavra um cido corrosivo mas terap utico Fialho tomou a soc

    One thought on “A Ruiva”

    1. La pelirroja, hija de un enterrador, cree que encontrar la felicidad en el matrimonio, cosa que no sucede La novela retrata a las clases humildes de la Lisboa de finales del XIX y sus aspiraciones que esperan convertir en una realidad palpable Lo destacable es la modernidad del libro tanto respecto al estilo caracterizado por el uso de la prosa po tica para describir la ciudad que se mimetiza con el aire desgraciado de los personajes como por el tratamiento de ciertos temas, como el erotismo, po [...]

    2. El placer junto a cuerpos indefensos, como el que sent a el Eguchi de Kawabata en La casa de las bellas durmientes, la necrofilia inicial de la Ruiva, una que nos recuerda al Jean Claude Villanueve de Bola o en Retorno o al Allan Poe de dientes y tumbas, y el erotismo pueril dejan paso al realismo miserable de un ambiente sub urbano lisboeta decimon nico en el que el destino de la Pelirroja como el de toda su clase est escrito en las m s sucias p ginas de la violencia, el patriarcado, la humilla [...]

    3. No geral at que gostei da hist ria, mas houve partes em que dei conta da minha mente estar a divagar porque n o me puxava muito A escrita interessante, frases bastante longas entre algumas bastante descritivas.Senti pena da vida da Carolina mas ao mesmo tempo fiquei irritada com ela porque n o tomava iniciativa, n o tinha brio nem interesse em t lo apenas se entregava pregui a At que compreens vel o desinteresse do Jo o Duas personagens que levaram uma vida dif cil e marcada pela morte, especial [...]

    4. Este conto fala nos sobre o lado sedutor da morte, da beleza de um corpo n veo e im vel, das fantasias da filha de um coveiro, nas suas m rbidas experi ncias e como estas ditaram o seu destino.Gostei do estilo de escrita de Fialho de Almeida, de linguagem cuidada mas simples, com poucos di logos mas prosa cativante, apelando correntemente ao aspecto sensorial, diversas vezes sendo de forma m ltipla.O virar de p ginas decorreu de forma cont nua e emocionante, almejando saber sempre um pouco mais [...]

    5. Infelizmente, a novela n o come a logo na ac o, mas d nos antes um detour para que nos preparemos ao que ai vem As personagens centrais Carolina e Jo o s o nos bem descritas e cont m uma profundidade realista As descri es s o um pouco exaustivas e algumas redundantes, no entanto, tamb m nas descri es que est o melhor do livro as imagens de mis ria e tristeza est o de tal modo bem escritas que v o ficar na mem ria durante muito tempo A trama desenvolve se, embora sem grande surpresas visto que co [...]

    6. Promete, mas n o cumpre, a meu ver De in cio, a explora o do ambiente macabro e das atitudes necr filas das personagens o pai coveiro que dorme nos jazigos, a filha que cresce entre mortos, mortalhas e celebra es f nebres, o despertar da sexualidade adolescente que desemboca numa parafilia perversa O enredo promete Destacam se ainda os espa os sociais a f brica, os bairros pobres, a taberna, os prost bulos Depois o protagonista masculino desta hist ria de amor , oriundo de um lar de pobreza extr [...]

    7. N o achei este conto minimamente cativante, tirando algumas excep es pontuais O uso inteligente do portugu s faz Fialho de Almeida ganhar pontos mas mesmo assim ficou quem das expectativas.O tema bastante interessante a morbidez da exist ncia da Ruiva a filha do coveiro marcada pelas suas descobertas que ro am a necrofilia e toda a espiral de acontecimentos que culminam na trag dia da sua vida, consequ ncia de escolhas fut is meramente est ticas O tema tinha tudo para dar certo, aliado ao uso fl [...]

    8. A hist ria de uma jovem rapariga, orf de m e, filha de um coveiro e totalmente abandonada N o educada, n o socializada, negligenciada em todos os aspectos da sua vida, linda e dona de um incomum cabelo ruivo, esta jovem vagueia pela vida, sem conhecer o que da vida se pode obter, e o que uma rapariga da sua idade suposto viver Fialho de Almeida escreve com uma fluidez e ritmo falado caracter stico Descreve a mis ria e os as de Carolina, do bairro e dos seus habitantes.

    9. A hist ria de uma jovem rapariga, orf de m e, filha de um coveiro e totalmente abandonada N o educada, n o socializada, negligenciada em todos os aspectos da sua vida, linda e dona de um incomum cabelo ruivo, esta jovem vagueia pela vida, sem conhecer o que da vida se pode obter, e o que uma rapariga da sua idade suposto viver.Faz lembrar o ambiente de decad ncia social presente tamb m nas obras de Dickens.

    10. Editado en Espa a por Perif rica magn fico libro La miseria m s descarnada contada con belleza y ternura Que ya es dif cil.

    11. Nem gostei muito, nem desgostei Talvez o escritor pudesse ter desenvolvido mais a parte que ele queria realmente criticar

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